IGREJA BATISTA RENASCER – Uma instituição – evangélica na mensagem, internacional no projeto – que prima pela comunhão, pelo relacionamento, pela família. Que crê ser possível viver plenamente em Cristo. É formada pela união de fiéis que se congregam para a pregação do Evangelho e, promoção do evangelismo no mundo. Uma Igreja que coopera com Deus, para o crescimento do Reino, a fim de sermos, com Ele, participantes do mesmo.

O QUE CREMOS:

1 – As Escrituras são Inspiradas

A Bíblia é a Palavra de Deus, inspirada por Deus, a palavra escrita que manifestam a revelação do plano de Deus para o homem, regra infalível de fé e de conduta e superior à consciência e ao raciocínio humano.

II Tm 3.16-17- Toda a Escritura é inspirada por Deus e útil para o ensino, para a repreensão, para a correção, para a educação na justiça, a fim de que o homem de Deus seja perfeito e perfeitamente habilitado para toda boa obra.

2 – A Divindade Eterna

Cremos que só há um Deus vivo e verdadeiro: criador do céu e da terra e tudo o que neles há; o Alfa e o Omega; que sempre foi é, e será pelos tempos sem fim, amém; que Ele é infinitamente santo, poderoso, terno, amoroso e glorioso; digno de todo amor possível e honra e obediência, majestade, domínio e poder, assim agora e para sempre. Cremos na Trindade Divina constituída pelo Pai, Filho e Espírito Santo, e que a unidade da Divindade se constitui em consonância com toda a perfeição divina, executando funções distintas, mas harmoniosas, no grande trabalho da redenção: Ap 21.6 – Disse-me ainda: Tudo está feito. Eu sou o Alfa e o Omega, o Princípio e o Fim.

O Pai – Cuja glória é tão inexcedivelmente brilhante que o homem mortal não pode contemplar Sua face e ainda viver, mas, cujo coração foi tão transbordante de amor e piedade pelos seus filhos perdidos e vítimas do pecado que Ele, voluntariamente, deu Seu Filho Unigênito, para redimi-los e reconciliá-los Consigo mesmo.

O Filho – Co-existente e Co-eterno com o Pai que, concebido pelo Espírito Santo e nascido da Virgem Maria, assumiu a forma de homem, suportou nossos pecados, e levou nossas tristezas e, pelo derramamento de Seu precioso sangue sobre a cruz do calvário, adquiriu a redenção para todos os que NEle creiam; então, quebrando os grilhões da morte e do inferno levantou-Se da sepultura e subiu às alturas levando cativo o cativeiro, para que, como o grande Mediador entre Deus e o homem, pudesse estar à direita do Pai intercedendo por aqueles por quem entregou a Sua vida.

O Espírito Santo – A terceira Pessoa da Divindade, o Espírito do Pai derramado, Onipotente, Onipresente, realizando uma missão importante sobre a terra, convencendo do pecado, da justiça e do juízo, levando pecadores ao Salvador, rechaçando, rogando, buscando, confortando, guiando, vivificando, glorificando, batizando e revestindo do poder do alto, preparando-os para o grande dia do aparecimento do Senhor.

Atos 2:1-4- Ao cumprir-se o dia de Pentecostes, de repente, veio do céu um som, como de um vento impetuoso, e encheu toda a casa onde estavam assentados.  E apareceram distribuídas., línguas, como de fogo, e pousou uma sobre cada um deles. Todos ficaram cheios do Espírito Santo e passaram a falar em outras línguas, segundo o Espírito lhes concedia que falassem.

3 – A Queda do Homem

Cremos que o homem foi criado à imagem de Deus, diante de quem Ele andava em santidade pureza, que por voluntária desobediência e transgressão, caiu da pureza e da inocência do Éden às profundezas do pecado e iniquidade. Pecadores por escolha, caracterizados pela iniquidade e inteiramente desprovidos por natureza, daquela santidade exigida pela lei de Deus, decididamente inclinados ao mal, culpados e sem justificativa, justamente merecendo a condenação de um Deus justo e Santo.

4 – O Plano de Redenção

Cremos que Cristo morreu por nós – o Justo pelo injusto – espontaneamente, e por eleição do Pai, tomando o lugar de pecadores, levando seus pecados, recebendo sua condenação, morrendo sua morte, pagando inteiramente suas faltas, e assinando, com o sangue de sua vida, o perdão de todos aqueles que haveriam de NEle crer; que, simplesmente pela fé a aceitação da expiação adquirida no Monte do Calvário, o mais vil pecador pode ser limpo de suas iniquidades e tornado mais branco do que a neve.

Ele foi ferido pelas nossas transgressões, e moído pelas nossas iniquidades; o castigo que nos traz a paz estava sobre ele, e pelas suas pisaduras fomos sarados. Is 53.5.

5 – A Salvação pela Graça

Cremos que a salvação dos pecadores é inteiramente pela graça, que não temos justiça alguma ou bondade em nós mesmos, por onde procurar o divino amparo, havendo que lançarmo-nos, portanto, à inabalável misericórdia e amor daquele que nos comprou e nos lavou no seu próprio sangue, clamando os méritos e a justiça de Cristo o Salvador, firmados na sua palavra e aceitando o livre dom de seu amor e perdão.

Pela graça sois salvos. Ef 2.8

6 – Arrependimento e Aceitação

Cremos que, pelo sincero arrependimento, verdadeira tristeza pelo pecado, e verdadeira aceitação do coração para com o Senhor Jesus Cristo, aqueles que O invocam podem ser justificados pela fé, através do seu precioso sangue e que, em vez da condenação, podem obter a mais bendita paz, segurança e amparo com Deus; que, com braços abertos de perdão e misericórdia o Salvador espera para receber, em contrição não fingida e súplica por misericórdia todo arrependido que queira abrir a porta do seu coração e aceitá-lO como Senhor e Rei.

Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. I Jo 1.9

E o que vem a mim, de maneira nenhuma eu o lançarei fora. Jo 6.37.

7 – O Novo Nascimento

Cremos que por ocasião da conversão, a mudança que se efetua no coração e na vida, é absolutamente real; que o pecador é então nascido de novo, de maneira gloriosa e transformadora tal, que as coisas velhas são passadas e tudo se faz novo; de tal modo que coisas anteriores desejadas são agora desprezadas, enquanto coisas outrora aborrecidas são agora respeitadas e sagradas; e que tendo sido agora a ele imputada a justiça do redentor e recebido do Espírito de Cristo, novos desejos, novas aspirações, novos interesses e uma nova perspectiva da vida, do tempo e da eternidade, enchem o coração lavado no sangue, de modo tal que o seu desejo se torna, agora, confessar abertamente e servir ao Mestre, sempre procurando as coisas que são de cima.

Aquele que não nascer de novo, não pode ver o reino de Deus. João 3.3

Se alguém está em Cristo, nova criatura é; as coisas velhas se passaram, eis que tudo novo se fez. II Co 5.17.

Já estou crucificado com Cristo: e vivo, não mais eu, mas cristo vive em mim: e a vida que agora vivo na carne vivo-a na fé do Filho de Deus, o qual me amou e se entregou a si mesmo por mim. Gl 2.20

8 – O Batismo

Cremos que o batismo nas águas, em nome do Pai e do Filho e do Espírito Santo, de acordo com o mandamento de nosso Senhor, é um sagrado sinal exterior de uma obra interior; um belo e solene símbolo a lembrar-nos de que, assim como nosso Senhor morreu sobre a cruz do Calvário, assim também contamo-nos como mortos para o pecado, e a velha natureza com ele pregada no madeiro; e que, assim como ele foi descido do madeiro e sepultado, assim nós somos sepultados com ele pelo batismo da morte – para que, assim com o Cristo foi levantado dentre os mortos pela glória do Pai, assim também andemos em novidade de vida.

Ide, ensinai todas as nações, batizando-os em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Mt 28.19; At 10.47,48; Gl 3.27,28

De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte, para que, como Cristo ressuscitou dos mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Rm 6.4; Cl 2.12; I Pe 3.20,21; At 22.16

9 – A Santa Ceia

Cremos na comemoração e observância da ceia do Senhor pelo sagrado uso do pão partido, um precioso tipo de Pão da vida – Jesus Cristo, cujo corpo foi partido por nós; e da seiva da videira- um maravilhoso tipo a lembrar sempre o participante, o sangue derramado pelo Salvador, que é a videira verdadeira, da qual seus filhos são as varas; que esta ordenança é como um glorioso arco-íris a transpor a amplidão do tempo entre o Calvário e a vinda do Senhor, quando no Reino do Pai ele compartilhará novamente da companhia de seus filhos, e que o servir e o receber este sagrado sacramento deve ser sempre precedido pelo mais solene exame do coração, autocrítica, perdão e amor para com todos os homens, para que ninguém participe indevidamente e beba condenação para sua própria alma.

Porque todas as vezes que comerdes este pão e beberdes este cálice anunciais a morte do Senhor, até que venha. I Co 11.26. Examine-se, pois o homem a si mesmo, e assim coma deste pão e beba deste cálice. I Co 11.28 e II Co 13.5

10 – O Batismo no Espírito Santo

Cremos que o batismo no Espírito Santo é o recebimento do prometido Consolador, em poderosa e gloriosa plenitude, a fim de revestir o crente com poder do alto; para glorificar e exaltar o Senhor Jesus; para dar uma palavra inspirada em testemunho dEle; para promover o espírito de oração, santificação e sobriedade para capacitar o indivíduo e a igreja a ganhar almas de maneira eficiente, prática, alegre, cheia do Espírito; e que, sendo esta ainda a dispensação do Espírito Santo, tem o crente todo direito de esperar o seu recebimento da mesma maneira pela qual o receberam judeus e gentios igualmente, nos dias bíblicos, conforme se encontra registrado na Palavra, de modo que possa ser dito de nós o que foi com respeito à casa de Cornélio; o Espírito Santo caiu sobre eles, no princípio, assim como em nós agora.

Porque, na verdade, João batizou com água. Mas vós sereis batizados com o Espírito Santo… Mas recebereis a virtude do Espírito Santo, que há de vir sobre vós; e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém como em toda a Judéia e Samaria, e até aos confins da terra. At 1.5,8

E todos foram cheios do Espírito Santo, e começaram a falar noutras línguas, conforme o Espírito lhes concedia que falassem. At 2.4

E, impondo-lhes as mãos, veio sobre eles o Espírito Santo; e falavam línguas e profetizavam. At 19.6.

Não sabeis vós que sois o templo de Deus, e que o Espírito de Deus habita em vós? I Co 3.16

11 – Os Dons e Frutos do Espírito

Cremos que o Espírito Santo tem os seguintes dons a serem concedidos à Igreja crente e fiel ao Senhor Jesus Cristo: a palavra de sabedoria, palavra de conhecimento fé, operação de maravilhas, dons de curar, profecia, discernimento, línguas, interpretação que, conforme o grau de graça e fé de quem os recebe, são repartidos a cada um diversamente, segundo a vontade do Espírito; que eles são dignos de serem mui avidamente desejados e buscados, na ordem e proporção em que mais sejam edificantes e benéficos à Igreja; e que o fruto do Espírito: amor, alegria, paz, longanimidade, mansidão, bondade, benignidade, fé, temperança, deve ser manifesto, cultivado e cuidadosamente guardado como adorno resultante de uma vida cheia do Espírito e evidência constante, eloqüente e irrefutável disso.

Acerca dos dons espirituais não quero, irmãos, que sejais ignorantes. Portanto, procurai com zelo os melhores dons. I Co 12.1,31.

Assim também vós, como desejais dons espirituais, procurai abundar neles, para edificação da igreja. I Co 14.12.

Deu modo que, tendo diferentes dons, segundo a graça que nos é dada, se é profecia, seja ela segundo a medida da fé; se é ministério, seja em ministrar; se é ensinar, haja dedicação ao ensino; ou o que exorta, use esse dom em exortar; o que reparte, faça-o com liberalidade; o que preside, com cuidado; o que exercita misericórdia, com alegria. Rm 12.6-8

12 – A Segunda Vinda de Cristo

Cremos que a segunda vinda de Cristo é pessoal e iminente; que ele descerá do céu nas nuvens de glória com voz de arcanjo e com a trombeta de Deus. E que, nesta hora, a qual ninguém sabe antecipadamente, os mortos em Cristo se levantarão, e os remidos que estiverem vivos serão levados acima, junto com eles, nas nuvens a encontrar o Senhor nos ares, para estarem sempre com o Senhor. E, vendo nós também, que mil anos são como um dia para o Senhor, e que ninguém sabe a hora do seu aparecimento, o qual cremos estar iminente, cada dia deve ser vivido como se Ele fosse esperado aparecer antes de findar o dia. Todavia, em obediência à sua ordem categórica “trabalhai até que eu venha”, a obra de propagação do Evangelho, o envio de missionários e as obrigações gerais para a edificação da igreja devem ser promovidos tão ampla e diligentemente como se nem a nossa geração nem a vindoura fossem viver em carne para que pudesse ver aquele glorioso dia.

Porque o mesmo Senhor descerá do céu com alarido, e com voz de arcanjo, e com a trombeta de Deus; e os que morreram em Cristo ressuscitarão primeiro. Depois nós, os que ficarmos vivos, seremos arrebatados juntamente com ele nas nuvens, a encontrar o Senhor nos ares, e assim estaremos sempre com o Senhor. I Ts 4.16,17

Porém, daquele dia e hora ninguém sabe, nem os anjos do céu, nem o Filho, mas unicamente meu Pai. Vigiai, pois, porque não sabeis a que hora há de vir o vosso Senhor. Mt 24.36,42,44

13 – Relações para com a Igreja

Cremos que, tendo aceitado o Senhor Jesus Cristo como Salvador pessoal e Rei, e tendo assim nascido na família e no corpo invisível da Igreja do Senhor, é sagrado dever do crente, quanto esteja em seu poder, identificar-se com a visível Igreja de Cristo sobre a terra, e trabalhar com o maior entusiasmo pela edificação do Reino de Deus; e que essa Igreja visível é uma congregação de crentes que se tem associado entre si, em cristã comunhão e na unidade do Espírito, a observar as ordenanças de Cristo, adorando-O na beleza da santidade, falando uns aos outros em salmos e hinos e cânticos espirituais, lendo e proclamando sua palavra, trabalhando pela salvação das almas dando dos seus meios temporais para promover a sua obra, edificando, encorajando; exortando uns aos outros, na mais santa fé e trabalhando harmoniosamente juntos, como filhos diletos que, embora muitos são um só corpo, do qual Cristo é o cabeça.

De sorte que as igrejas eram confirmadas na fé, e cada dia cresciam em número. At 16.5

E todos os dias acrescentava o Senhor à igreja aqueles que se haviam de salvar. At 2.47

Assim nós, que somos muitos, somos um só corpo em Cristo, mas individualmente somos membros uns dos outros. Rm 12.5

14 – O Juízo Final

Cremos que os mortos, tanto humildes como poderosos, serão ressuscitados e estarão como os vivos perante o trono de julgamento de Deus; e que, aí, uma solene e terrível separação se dará, em que os maus serão condenados à punição eterna e os justos à vida eterna; e que esse julgamento estabelecerá para sempre o estado final dos homens, no céu ou no inferno, em princípios de justiça, conforme é manifesto na Sua santa Palavra.

Porque todos deverão comparecer ante o tribunal de Cristo para que cada um receba segundo o que tiver feito por meio do corpo, ou bem, ou mal. II Co 5.10

15 – O Céu

Cremos que o céu é a habitação indescritivelmente gloriosa do Deus vivo; e que para lá foi o Senhor a fim de preparar um lugar para seus filhos; cujo construtor e realizador é Deus, os crentes mais fervorosos, que lavaram suas vestiduras no sangue do Cordeiro e venceram pela espada do seu testemunho, serão levados; que o Senhor Jesus Cristo os apresentará ao Pai, sem manchas ou tristezas; e que lá, em alegria indizível eles contemplarão, para sempre, sua face maravilhosa, num reino eterno onde não há trevas, nem há necessidade de luz, nem tristeza, nem lágrimas, nem dor, nem morte, mas hostes de anjos servidores dedilham suas harpas, cantam os louvores do nosso Rei e, reverenciando perante o trono, proclamam: “Santo, Santo, Santo”.

Mas, como está escrito: as coisas que os olhos não viram e os ouvidos não ouviram, e não subiram ao coração do homem, são as que Deus preparou para os que o amam. I Co 2.9

E ali não haverá mais noite, e não necessitarão de lâmpada nem de luz do sol, porque o Senhor os alumia; e reinarão para todo o sempre. Ap 22.4

E Deus limpará de seus olhos toda lágrima; e não haverá mais morte, nem pranto, nem clamor, nem dor, porque já as primeiras coisas são passadas. Ap 21.4

Por isso estão diante do trono de Deus, e o servem de dia e de noite no seu templo; e aquele que está assentado sobre o trono os cobrirá com sua sombra. Nunca mais terão fome, nunca mais terão sede; nem sol nem ardor algum cairão sobre eles. Porque o Cordeiro que está no meio do trono os apascentará; e ele servirá de guia para as fontes das águas de vida; e Deus limpará de seus olhos toda a lágrima. Ap 7.15-17

16 – O Inferno

Cremos que o inferno é um lugar de trevas exteriores e da mais profunda tristeza, onde o verme não morre e o fogo não se apaga; um lugar preparado para o Diabo e seus anjos, onde haverá choro, pranto e ranger de dentes, lugar de amargura e eterno arrependimento por parte daqueles que rejeitaram a misericórdia, o amor e a ternura do Salvador crucificado, escolhendo a morte em vez da vida; e que ali, em um lago que queima com fogo e enxofre serão lançados os descrentes, os abomináveis, os criminosos, os feiticeiros, os idólatras, os mentirosos, e os que rejeitaram e desprezaram o amor e o sacrifício de um Redentor banhado em sangue, deixando atrás a cruz para sua perdição, apesar de toda instância e advertência do Espírito Santo.

Mandará o Filho do Homem e seus anjos, e eles colherão do seu reino tudo o que causa escândalo, e os que cometem iniqüidade. E lançá-los-ão na fornalha de fogo; ali haverá pranto e ranger de dentes. Mt 13.41-42.

E o diabo, que os enganava, foi lançado no lago de fogo e enxofre, onde está a besta e o falso profeta; de dia e de noite serão atormentados para todo o sempre. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo. Ap 20.10,15

17 – Dízimos e Ofertas

Cremos que a maneira estabelecida por Deus para manter o seu ministério e promover a propagação do evangelho, conforme sua ordem é o dízimo, o qual é acatado por nossas igrejas, não só como sendo o método de Deus para prover quanto às necessidades materiais e financeiras da sua igreja, mas, para soerguer a moral espiritual do seu povo.

Somos ordenados em Ml 3.10: “Trazei todos os dízimos à casa do tesouro, para que haja mantimento na minha casa, depois, fazei prova de mim, diz o Senhor dos Exércitos, se eu não vos abrir as janelas dos céus e não derramar sobre vós uma bênção tal que dela vos advenha a maior abastança. “

No tocante a “dar” e “ofertas voluntárias” é ordenado pelo Senhor e praticado em todas as nossas igrejas, como parte do plano de Deus para atender às necessidades materiais da igreja e satisfazer a espiritualidade do seu povo. Somos admoestados em Lucas 6.38 – “Daí, e ser-vos-á dado; boa medida, recalcada, sacudida e transbordando vos deleitarão no vosso regaço, porque com a mesma medida com que medirdes também vos medirão de novo”.

Sendo co-herdeiro com Ele, sabemos que dar para o seu reino – que é, também, nosso – é algo agradável, sendo mais abençoado dar do que receber, pois somos ordenados em II Co 9.7 – “Cada um contribua segundo propôs no seu coração; não com tristeza, ou por necessidade, porque Deus ama ao que dá com alegria.”